O que um diretor precisa saber?
Afinal, o que um diretor precisa saber?
Você é fascinado por filmes, vídeos e todo tipo produção audiovisual? Então não pode deixar de conferir a palestra ” O que um diretor precisa saber?”
O palestrante convidado é o ilustre Fernando Vitolo, sócio-diretor da Flame Fx irá apresentar um panorama do mercado audiovisual, falar sobre sua experiência em direção de cena e mostrar o que de fato faz um diretor. Além disso, dará contribuições sobre formatos de vídeo adequados, equipamentos utilizados em gravação, conceitos de produção e pós-produção e detalhes que não aparecem, mas fazem toda a diferença ao ver um material de vídeo finalizado.
A palestra será realizada no dia 23 de maio, às 21h, no 3º andar da FAPCOM – Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, localizada na Vila Mariana, São Paulo. O evento é gratuito e aberto ao público.

Como faço para o meu vídeo ter qualidade publicitária?
Para o seu vídeo ter qualidade publicitária, além da função básica de divulgação – envolver o cliente racionalmente e emocionalmente – a comunicação deve ser eficiente, o que significa que, ao final do vídeo, ele deverá não somente persuadir, convencer ou levar à reflexão do público-alvo, mas lembrá-los de quem é o anunciante. Acima de tudo, respeitar as condições de conduta do código de ética da publicidade, de forma a não agredir ou desqualificar o seu concorrente.
Flame Fx Produtora Multimídia
Tel: 55 (11) 3926-6088
E-mail: contato@flamefx.com.br
Site: www.flamefx.com.br
MSN: flame_fx@hotmail.com
Skype: flame.fx
Produção de vídeo ainda custa muito caro?
Um vídeo em si não chega a valores exorbitantes, entretanto, alguns fatores envolvidos na produção decidem de fato o valor final do vídeo, seja qual for a modalidade. O investimento está de certo modo proporcional à qualidade exigida, mas não necessariamente é a única coisa que importa.
A justificativa é que, desde as etapas preliminares até as últimas, quando o trabalho é finalizado, existem procedimentos que geram custos, como equipamentos e profissionais para atuar na produção do vídeo.
Algumas dessas etapas são a pré-produção, produção e pós-produção: cada qual tem a sua importância e interfere no valor final do vídeo, entretanto, as escolhas dependem muito do cliente. Ao contrário do que alguns pensam, não é apenas qualquer pessoa sair com uma câmera gravando qualquer coisa em qualquer lugar. Por isso, na primeira etapa, geralmente são determinadas questões mais teóricas, estratégicas e fundamentais para dar início ao projeto.
Tudo começa por uma reunião com o cliente, um breve briefing que considera informações indispensáveis sobre as necessidades e desejos que o vídeo deve satisfazer; negociação das condições em que poderá ser realizado; fotografia dos locais em potencial para estudo de possíveis capturas de imagem; criação de um roteiro para orientação do que deve aparecer, em que momento e qual o contexto/tema abordado. Esta pré-produção faz parte do estudo e do desenvolvimento inerente ao vídeo que será criado e, portanto, também inclui alguns gastos, ainda que pouco sobre o valor total do serviço.
Depois disso, a etapa na produção é o momento em que ocorre a captura das imagens dos locais, das pessoas ou produtos. O valor investido nesta fase vem das escolhas e exigências da etapa anterior. Diante das condições de produção de cenas, cenários e personagens, são escolhidos os equipamentos que vão desde a iluminação, a câmera, a lente utilizada até a escolha de profissionais: o diretor irá analisar o local e optar pelos melhores ângulos e imagens, o câmeraman deve saber manusear o equipamento e trabalhar em equipe, junto ao diretor e assistente, que irá colaborar com o câmera. É uma das etapas que mais exige investimentos. A não ser pela terceira etapa, a pós-produção, em que é realizada toda a parte de edição, correção de cor, aplicação de recursos gráficos e animações (também definidas na pré-produção).
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Posso fazer um treinamento em vídeo?
Se, ao pensar em treinamento, você já cogitou a possibilidade de fazer um material de boa relação custo benefício, que ajude a contornar as dificuldades desse processo, como a falta de atenção ou dificuldade de compreensão por quem está aprendendo, a resposta deve ter sido esta: vídeo de treinamento.
A dúvida é, posso realizar um vídeo de treinamento? A resposta é sim, você pode fazer um vídeo de treinamento, mesmo que não seja uma empresa. Trata-se de uma ferramenta poderosa, utilizada principalmente para ensinar os colaboradores de uma empresa, na maior parte dos casos, a conhecer as políticas da empresa, processos, vendas de novos produtos, procedimentos de utilização ou realização de algo e tudo que requer instrução prévia.
Embora não seja tão evidente quanto os tradicionais materiais impressos, que fornecem bom suporte, mas não treinam por si só, é uma forma altamente recomendável, por ser mais didática para facilitar os processos de treinamento.
Vídeos de treinamentos cumprem as funções de fornecer uma referência visual, tem a vantagem de poder mostrar etapas de passo-a-passo e ensinar de modo menos cansativo e mais envolvente, que incentiva ao invés de reprimir durante longas leituras. E os benefícios vão desde a melhor performance dos colaboradores até a padronização dos processos de produção, que reduzem custos e minimizam a chance de erros.
Fazer um vídeo de treinamento é um processo de planejamento, é fotografar como você faria por um filme ou programa de televisão, só que em escala muito menor.
Listamos alguns itens que podem ser as diretrizes para um vídeo de treinamento:
- O que você gostaria de ensinar? A quem? De que modo pretende passar essa informação?
- Pense o que precisa ser dito em um diálogo e/ou narração para quem está assistindo. Que imagens você vê passando enquanto aborda o tema?
- Qual será o local de captura das imagens para o vídeo? Será necessário adereços neste local? É preciso alguém apresentando algo?
- Presuma e quantifique quanto tempo um vídeo teria com o que está pensando em fazer. Quanto tempo e como será administrada a divisão desse treinamento (se houver), haverá etapas?
- Pense no sentido e no tom que você quer dar ao vídeo.
Referências:
http://www.ehow.com/how_4964643_make-training-video.html
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29ª Bienal de Artes de São Paulo
Em entrevista coletiva concedida pela curadoria da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, liderada por Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias e Agnaldo Farias, foi apresentado o foco da atual edição: Arte e Política. Este ano, a mostra terá 148 artistas, sendo quase a metade de brasileiros e latino-americanos.
Outro diferencial dessa Bienal foi a criação dos denominados “Terreiros”, onde acontecerão diversas palestras e atividades além de uma programação diária que incluirá filmes, música, poesia, dança, performances e debates, com a participação de atores de outras linguagens artísticas, como o teatro, a literatura e o cinema.
Fora as novidades “mais convencionais”, o convite mais incomum e polêmico, com certeza, foi feito aos líderes do grupo que invadiu e pichou o andar vazio da edição de 2008. A curadoria, em entrevista concedida à “Folha”, descreveu os pichadores como “artistas brilhantes”, apesar de “tratados como marginais”.
Segundo Moacir dos Anjos, “Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que nosso intuito não é incluir ‘os pichadores da 28ª edição’. Não se trata de um pedido de desculpas ou de um confronto com a edição anterior do evento. O que realmente queremos incluir na presente edição da Bienal é a pixação, ou simplesmente o pixo, com ‘x’ mesmo, grafia usada por seus praticantes para diferenciar o que fazem hoje em São Paulo das pichações político-partidárias, religiosas, musicais, ou mesmo ligadas à propaganda, que há vários anos enchem os muros e paredes da cidade, a despeito do quão ‘limpa’ ela queira apresentar-se. E queremos incluí-lo porque achamos que o pixo borra e questiona os limites usuais que separam o que é arte e o que é política. E essa é uma questão que interessa muito ao projeto curatorial da 29ª Bienal.”
Estudantes de arte, admiradores e até mesmo quem não tem uma ligação direta e/ou pouco interesse pela arte deve conhecer esse evento, que este ano vem com uma cara bem mais “abrasileirada” e novidades inusitadas, que talvez quebrem alguns pré-conceitos, como os de que a arte é só para burgueses, que é necessário dominar técnicas avançadas para ser um artista e coisas do gênero.
Vitor Gaudio
A Bienal será realizada no Parque Ibirapuera • Portão 3 • Pavilhão Ciccillo Matarazzo; a entrada é gratuita e tem o seguinte calendário:
20 de setembro de 2010
9h às 17h – Pré-abertura para imprensa
21 de setembro de 2010
9h às 17h – Imprensa
19h – Pré-abertura para convidados
22 a 24 de setembro de 2010
19h – Abertura para convidados
22 e 23 de setembro de 2010
Manhã e tarde – Professores (Programa Educativo)
25 de setembro de 2010
10h – Abertura ao público
12 de dezembro de 2010
Encerramento
Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.
Comportamento de compra e consumo
Edição 1
Por que compra?
Todo mundo compra algo em algum momento, até aí nada de novidade. Dirá você: isso é óbvio! Mas já se perguntou por que compra o que compra no local em que compra ao invés de outra coisa em outro lugar? Existem elementos a serem considerados que vão além do próprio ato de compra e começam muito antes dele.
Por outro lado, inúmeras empresas, industriais e fornecedores deparam-se diante da existência de uma multidão de consumidores cada vez mais exigentes, que querem produtos e serviços personalizados. Como é possível vender para cada um deles, atendendo suas necessidades, desejos e expectativas?
A partir de agora, vamos entender um pouco sobre os processos envolvidos no comportamento de compra e consumo de forma instrutiva, para debater o tema sem com isso afirmar uma regra a ser aplicada, mas uma perspectiva sobre o assunto.
Comportamento de Compra e Consumo
Em meio a milhares de aquisições, existe uma peça fundamental: o consumidor, uma das primeiras etapas a se determinar na elaboração de estratégia de marketing. Ele pode ser de diferentes culturas, raças, classes sociais; pode ter sido influenciado de muitas formas, estar sujeito a situações cotidianas ou inusitadas e mesmo ser mulher ou homem. E uma coisa é fato, dificilmente se atingirá cem por cento de satisfação dos consumidores.
Como vender então? Quem são os consumidores?
Nesta primeira edição, veremos que não existe uma solução absoluta, mas há uma ferramenta que auxilia principalmente os profissionais de marketing a identificar o perfil psicográfico (como age, o que pensa, o que quer), não de forma individual, mas de um conjunto de consumidores que possuem os mesmos aspectos e se comportam de forma similar. É o que chamam de tipologias de consumo, composto do resultado de pesquisas de valores e estilos de vida, na qual temos como expoente a base desenvolvida nos anos 80 por Arnold Mitchell, denominada e conhecida atualmente por VAL’s (Values And Life Styles).
Existem muitas tipologias diferentes, cada qual com uma classificação própria, e sua utilização dependerá da situação. O modelo que será apresentado a seguir foi baseado no modelo de Mitchell, mas foi desenvolvido pela Y&R (Young & Rubicam) de Nova York, caracterizado como os 4Cs (Cross Cultural Consumer Characterization). De acordo com esse sistema de segmentação psicográfica, existem sete perfis de consumidores e suas características diante das compras e do consumo. As informações a seguir foram baseadas na matéria da Revista Marketing1:
- Transformador (Reformer): Esta pessoa detesta que digam o que fazer ou pensar, sua auto-expressão é muito mais importante do que o pensamento coletivo. Quando o assunto é consumo, opta apenas por aquilo que gosta e não pelo que a mídia impõe, por isso qualquer tipo de comunicação persuasiva com este consumidor dificilmente obterá sucesso. Por outro lado, possui interesse em assuntos como arte, cultura, ecologia e responsabilidade social. E por tomar atitudes, o transformador é capaz de ditar tendências.
- Explorador (Explorer): Este tipo de consumidor está propenso a consumir novos produtos e adquirir tendências. Justamente por isso, não é fiel a marcas, porém é bem exigente, fato que faz as marcas sonharem em estar bem posicionadas perante os exploradores e transformadores.
- Vencedor (Succeeder): é o tipo de consumidor que tem confiança em si mesmo, se orienta por metas e é organizado. Não é necessariamente rico – embora possa ser – e possui um espírito empreendedor. Por querer sempre o melhor acaba consumindo produtos Premium, pois se acha merecedor de recompensas. Para se comunicar com este consumidor, a melhor forma é a mídia segmentada, pois gostam de ir direto ao encontro do que procuram.
- Ambicioso (Aspirer): dentre os perfis, é o mais fácil de ser reconhecido, pois gosta de marcas que prometem prestígio, que apelem para a sensação de recompensa e status; é o que o atrai para produtos de grifes e, caso não possa obter o original, pode optar pela pirataria, diferentemente do vencedor. Ao contrário do transformador, este está sujeito à opinião pública, que o guia mais do que suas próprias opiniões. Por outro lado, é bem parecido com o explorador ao adquirir novidades, por isso, uma simples embalagem pode fazer a diferença.
- Convencional (Mainstreamer): um dos mais comuns e também de hábitos tradicionais, uma pessoa essencialmente caseira e que coloca a família acima de tudo. Costuma ser fiel a marcas, em boa parte por causa de sua rotina, pois uma vez que denomina o produto como bom, irá comprá-lo sempre.
- Resignado (Resigned): procura por segurança, estabilidade e economia, o que faz com seja o último a aderir a novos produtos ou marcas. Um traço que talvez seja marcante é a nostalgia que faz com que admire as marcas que já estão há bastante tempo no mercado e lhe são familiares.
- Inconformado (Strugglear): este é o consumidor mais peculiar, seu comportamento tende a ser mais depressivo, desorganizado e sem objetivo, colocando-se como vítima de suas próprias situações. Ao contrário de um ambicioso, esta pessoa não compra com tanta frequência e quando necessário, agindo de forma pragmática, atento ao custo benefício. Porém, quando tem desejo de comprar algo, vai a fundo ou precisa de muita força para resistir.
Isto é apenas um pouquinho do que envolve o comportamento de compra e consumo, na próxima edição você saberá muito mais. Até lá.
Jhony Sato
Bibliografia
ARAÚJO, Ana Gabriela. “Você sabe com quem está falando?”. Revista Marketing. São Paulo: Ed. Referência, mar/ 2008: 22-31.
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YouTube Play – Bienal do vídeo criativo Guggenheim
Ao abrir hoje o YouTube me deparei com um banner enorme apresentando esse novo evento, o YouTube Play. O YouTube Play é uma parceria do YouTube com o museu Guggenheim (não é Google em Alemão), localizado em Nova York. Obviamente, como a maioria dos eventos “culturais”, também contamos com o “suporte” de duas grandes marcas.
Esse evento consiste em criar uma interação dos usuários do YouTube com o museu Guggenheim. Como funciona? Você pode cadastrar o seu vídeo, que seja muito criativo diga-se de passagem, que eles irão selecionar de 20 a 25 vídeos que serão exibidos no museu Guggenheim e simultaneamente em Berlim, Bilbao e Veneza.
Caso você esteja nessa área, é uma ótima, belíssima, ultrasuperhipermega oportunidade para se divulgar. Qualquer técnica é válida, principalmente trabalhos experimentais.
Para maiores informações acesse: http://www.youtube.com/user/playbiennial
Na página você encontra ainda dois vídeos de divulgação do evento. Particularmente adorei a animação do YouTube Play, foi muito bem produzida. E como sou fã de stop motion, não posso deixar de comentar o vídeo de Makinf Of com Rick Martin. Se tiver um tempinho assista. Os caras são feras.
Bom, de qualquer forma, as inscrições se encerram em 31 de julho de 2010.
Bom proveito!
Fernando Vitolo
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