O que um diretor precisa saber?

16/05/2011 1 comentário

Afinal, o que um diretor precisa saber?

Você é fascinado por filmes, vídeos e todo tipo produção audiovisual? Então não pode deixar de conferir a palestra ” O que um diretor precisa saber?”

O palestrante convidado é o ilustre Fernando Vitolo, sócio-diretor da Flame Fx  irá apresentar um panorama do mercado audiovisual, falar sobre sua experiência em direção de cena e mostrar o que de fato faz um diretor. Além disso, dará contribuições sobre formatos de vídeo adequados, equipamentos utilizados em gravação, conceitos de produção e pós-produção e detalhes que não aparecem, mas fazem toda a diferença ao ver um material de vídeo finalizado.

A palestra será realizada no dia 23 de maio, às 21h, no 3º andar da FAPCOM – Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação,  localizada na Vila Mariana, São Paulo. O evento é gratuito e aberto ao público.

Como faço para o meu vídeo ter qualidade publicitária?

06/01/2011 Comentários fechados

Para o seu vídeo ter qualidade publicitária, além da função básica de divulgação – envolver o cliente racionalmente e emocionalmente – a comunicação deve ser eficiente, o que significa que, ao final do vídeo, ele deverá não somente persuadir, convencer ou levar à reflexão do público-alvo, mas lembrá-los de quem é o anunciante. Acima de tudo, respeitar as condições de conduta do código de ética da publicidade, de forma a não agredir ou desqualificar o seu concorrente.

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Produção de vídeo ainda custa muito caro?

03/12/2010 Comentários fechados

Um vídeo em si não chega a valores exorbitantes, entretanto, alguns fatores envolvidos na produção decidem de fato o valor final do vídeo, seja qual for a modalidade. O investimento está de certo modo proporcional à qualidade exigida, mas não necessariamente é a única coisa que importa.

A justificativa é que, desde as etapas preliminares até as últimas, quando o trabalho é finalizado, existem procedimentos que geram custos, como equipamentos e profissionais para atuar na produção do vídeo.

Algumas dessas etapas são a pré-produção, produção e pós-produção: cada qual tem a sua importância e interfere no valor final do vídeo, entretanto, as escolhas dependem muito do cliente. Ao contrário do que alguns pensam, não é apenas qualquer pessoa sair com uma câmera gravando qualquer coisa em qualquer lugar. Por isso, na primeira etapa, geralmente são determinadas questões mais teóricas, estratégicas e fundamentais para dar início ao projeto.

Tudo começa por uma reunião com o cliente, um breve briefing que considera informações indispensáveis sobre as necessidades e desejos que o vídeo deve satisfazer; negociação das condições em que poderá ser realizado; fotografia dos locais em potencial para estudo de possíveis capturas de imagem; criação de um roteiro para orientação do que deve aparecer, em que momento e qual o contexto/tema abordado. Esta pré-produção faz parte do estudo e do desenvolvimento inerente ao vídeo que será criado e, portanto, também inclui alguns gastos, ainda que pouco sobre o valor total do serviço.

Depois disso, a etapa na produção é o momento em que ocorre a captura das imagens dos locais, das pessoas ou produtos. O valor investido nesta fase vem das escolhas e exigências da etapa anterior. Diante das condições de produção de cenas, cenários e personagens, são escolhidos os equipamentos que vão desde a iluminação, a câmera, a lente utilizada até a escolha de profissionais: o diretor irá analisar o local e optar pelos melhores ângulos e imagens, o câmeraman deve saber manusear o equipamento e trabalhar em equipe, junto ao diretor e assistente, que irá colaborar com o câmera.  É uma das etapas que mais exige investimentos.  A não ser pela terceira etapa, a pós-produção, em que é realizada toda a parte de edição, correção de cor, aplicação de recursos gráficos e animações (também definidas na pré-produção).

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Existe DVD ou Blu-ray sem compressão de imagem?

05/10/2010 Comentários fechados

Não existe DVD ou Blu-ray sem compressão de imagem. Isso se explica pelo fato de que um arquivo de vídeo ou filme seja em DV ou em High Definition, ao ser gravado, tanto para DVD quanto Blu-ray, sofre um processo de compressão automaticamente, MPEG 2 para DVD ou H264 para Blu-ray.

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Posso fazer um treinamento em vídeo?

29/09/2010 Comentários fechados

Se, ao pensar em treinamento, você já cogitou a possibilidade de fazer um material de boa relação custo benefício, que ajude a contornar as dificuldades desse processo, como a falta de atenção ou dificuldade de compreensão por quem está aprendendo, a resposta deve ter sido esta: vídeo de treinamento.

A dúvida é, posso realizar um vídeo de treinamento? A resposta é sim, você pode fazer um vídeo de treinamento, mesmo que não seja uma empresa. Trata-se de uma ferramenta poderosa, utilizada principalmente para ensinar os colaboradores de uma empresa, na maior parte dos casos, a conhecer as políticas da empresa, processos, vendas de novos produtos, procedimentos de utilização ou realização de algo e tudo que requer instrução prévia. 

Embora não seja tão evidente quanto os tradicionais materiais impressos, que fornecem bom suporte, mas não treinam por si só, é uma forma altamente recomendável, por ser mais didática para facilitar os processos de treinamento.

Vídeos de treinamentos cumprem as funções de fornecer uma referência visual, tem a vantagem de poder mostrar etapas de passo-a-passo e ensinar de modo menos cansativo e mais envolvente, que incentiva ao invés de reprimir durante longas leituras. E os benefícios vão desde a melhor performance dos colaboradores até a padronização dos processos de produção, que reduzem custos e minimizam a chance de erros.

Fazer um vídeo de treinamento é um processo de planejamento, é fotografar como você faria por um filme ou programa de televisão, só que em escala muito menor.

            Listamos alguns itens que podem ser as diretrizes para um vídeo de treinamento:

  • O que você gostaria de ensinar? A quem?  De que modo pretende passar essa informação?
  • Pense o que precisa ser dito em um diálogo e/ou narração para quem está assistindo.  Que imagens você vê passando enquanto aborda o tema?
  • Qual será o local de captura das imagens para o vídeo? Será necessário adereços neste local? É preciso alguém apresentando algo?
  • Presuma e quantifique quanto tempo um vídeo teria com o que está pensando em fazer. Quanto tempo e como será administrada a divisão desse treinamento (se houver), haverá etapas?
  • Pense no sentido e no tom que você quer dar ao vídeo.

 Referências:

http://www.ehow.com/how_4964643_make-training-video.html

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O que é um vídeo viral?

30/08/2010 Comentários fechados

Uma onda febril de assistir vídeos online está atingindo cada vez mais pessoas de todas as idades, classes sociais e de toda a parte do mundo. E são vários os sites hoje disponibilizando espaço para publicar vídeo. Dentre eles, podemos destacar Youtube, Vimeo e UOL. E por que isso acontece? Muito provavelmente porque o ser humano é o bicho mais peculiar do planeta Terra. (Ou, resumindo, não sei o porquê!)

Muito desses vídeos assistidos na internet torna-se vídeos virais. E “what the hell” é um vídeo viral?

Um vídeo viral nada mais é do que um vídeo que você viu, gostou e passou pra frente. Imagine que você foi num restaurante japonês (levando em consideração que goste de comida japonesa), achou maravilhoso e delicioso e, numa primeira oportunidade em uma roda de amigos, você indica ou faz a velha citação: “Comida japonesa? Já foi naquele RESTAURANTE no bairro da Liberdade? Não?! É o melhor!” Ou seja, o que as pessoas gostam, elas comentam umas com as outras. Isso é um vídeo viral. E ele pode ser de vários gêneros e formatos. Desde engraçados (que são os mais comuns e mais viciantes de assistir) até filosóficos.

Veja alguns exemplos:

Campanha da Volkswagem:

 

Campanha de protetor solar:

 

Campanha de canal de TV a cabo:

 

Campanha da concorrência:

 

E alguns que sem querer fazem um vídeo viral:

Ednaldo Pereira:

 

Pedido de casamento:

 

Vaca é a sua mãe…:

 

Dá carrin não:

 

Devido a essa demanda crescendo pela internet, cada vez mais as empresas dedicam uma fatia de sua verba destinada à publicidade para esta nova mídia.

Algumas empresas têm buscado fazer de uma forma que pareça um vídeo real e assim chamar a sua atenção e das pessoas para quem você o envia, como por exemplo, o do vídeo game e o do nocaute. A idéia principal é difundir o filme para o maior número de pessoas possíveis.

Fernando Vitolo

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29ª Bienal de Artes de São Paulo

26/08/2010 Comentários fechados

Em entrevista coletiva concedida pela curadoria da 29ª Bienal de Artes de São Paulo, liderada por Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias e Agnaldo Farias, foi apresentado o foco da atual edição: Arte e Política. Este ano, a mostra terá 148 artistas, sendo quase a metade de brasileiros e latino-americanos.

Outro diferencial dessa Bienal foi a criação dos denominados “Terreiros”, onde acontecerão diversas palestras e atividades além de uma programação diária que incluirá filmes, música, poesia, dança, performances e debates, com a participação de atores de outras linguagens artísticas, como o teatro, a literatura e o cinema.

Fora as novidades “mais convencionais”, o convite mais incomum e polêmico, com certeza, foi feito aos líderes do grupo que invadiu e pichou o andar vazio da edição de 2008. A curadoria, em entrevista concedida à “Folha”, descreveu os pichadores como “artistas brilhantes”, apesar de “tratados como marginais”.

Segundo Moacir dos Anjos, “Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que nosso intuito não é incluir ‘os pichadores da 28ª edição’. Não se trata de um pedido de desculpas ou de um confronto com a edição anterior do evento. O que realmente queremos incluir na presente edição da Bienal é a pixação, ou simplesmente o pixo, com ‘x’ mesmo, grafia usada por seus praticantes para diferenciar o que fazem hoje em São Paulo das pichações político-partidárias, religiosas, musicais, ou mesmo ligadas à propaganda, que há vários anos enchem os muros e paredes da cidade, a despeito do quão ‘limpa’ ela queira apresentar-se. E queremos incluí-lo porque achamos que o pixo borra e questiona os limites usuais que separam o que é arte e o que é política. E essa é uma questão que interessa muito ao projeto curatorial da 29ª Bienal.”

Estudantes de arte, admiradores e até mesmo quem não tem uma ligação direta e/ou pouco interesse pela arte deve conhecer esse evento, que este ano vem com uma cara bem mais “abrasileirada” e novidades inusitadas, que talvez quebrem alguns pré-conceitos, como os de que a arte é só para burgueses, que é necessário dominar técnicas avançadas para ser um artista e coisas do gênero.

Vitor Gaudio

A Bienal será realizada no Parque Ibirapuera • Portão 3 • Pavilhão Ciccillo Matarazzo; a entrada é gratuita e tem o seguinte calendário:

20 de setembro de 2010
9h às 17h – Pré-abertura para imprensa 

21 de setembro de 2010
9h às 17h – Imprensa
19h – Pré-abertura para convidados

22 a 24 de setembro de 2010
19h – Abertura para convidados

22 e 23 de setembro de 2010
Manhã e tarde – Professores (Programa Educativo)

25 de setembro de 2010
10h – Abertura ao público

12 de dezembro de 2010
Encerramento

Horários de funcionamento
De 2ª a 4ª feira: das 9 às 19h.
5ª e 6ª feira: das 9 às 22h.
Sábado e domingo: das 9 às 19h.

Comportamento de compra e consumo

28/07/2010 Comentários fechados

Edição 1

Por que compra?

Todo mundo compra algo em algum momento, até aí nada de novidade. Dirá você: isso é óbvio! Mas já se perguntou por que compra o que compra no local em que compra ao invés de outra coisa em outro lugar? Existem elementos a serem considerados que vão além do próprio ato de compra e começam muito antes dele.

Por outro lado, inúmeras empresas, industriais e fornecedores deparam-se diante da existência de uma multidão de consumidores cada vez mais exigentes, que querem produtos e serviços personalizados. Como é possível vender para cada um deles, atendendo suas necessidades, desejos e expectativas?

A partir de agora, vamos entender um pouco sobre os processos envolvidos no comportamento de compra e consumo de forma instrutiva, para debater o tema sem com isso afirmar uma regra a ser aplicada, mas uma perspectiva sobre o assunto.

Comportamento de Compra e Consumo 

Em meio a milhares de aquisições, existe uma peça fundamental: o consumidor, uma das primeiras etapas a se determinar na elaboração de estratégia de marketing. Ele pode ser de diferentes culturas, raças, classes sociais; pode ter sido influenciado de muitas formas, estar sujeito a situações cotidianas ou inusitadas e mesmo ser mulher ou homem. E uma coisa é fato, dificilmente se atingirá cem por cento de satisfação dos consumidores.

Como vender então? Quem são os consumidores?

Nesta primeira edição, veremos que não existe uma solução absoluta, mas há uma ferramenta que auxilia principalmente os profissionais de marketing a identificar o perfil psicográfico (como age, o que pensa, o que quer), não de forma individual, mas de um conjunto de consumidores que possuem os mesmos aspectos e se comportam de forma similar. É o que chamam de tipologias de consumo, composto do resultado de pesquisas de valores e estilos de vida, na qual temos como expoente a base desenvolvida nos anos 80 por Arnold Mitchell, denominada e conhecida atualmente por VAL’s (Values And Life Styles).

Existem muitas tipologias diferentes, cada qual com uma classificação própria, e sua utilização dependerá da situação. O modelo que será apresentado a seguir foi baseado no modelo de Mitchell, mas foi desenvolvido pela Y&R (Young & Rubicam) de Nova York, caracterizado como os 4Cs (Cross Cultural Consumer Characterization). De acordo com esse sistema de segmentação psicográfica, existem sete perfis de consumidores e suas características diante das compras e do consumo. As informações a seguir foram baseadas na matéria da Revista Marketing1:

  • Transformador (Reformer): Esta pessoa detesta que digam o que fazer ou pensar, sua auto-expressão é muito mais importante do que o pensamento coletivo. Quando o assunto é consumo, opta apenas por aquilo que gosta e não pelo que a mídia impõe, por isso qualquer tipo de comunicação persuasiva com este consumidor dificilmente obterá sucesso. Por outro lado, possui interesse em assuntos como arte, cultura, ecologia e responsabilidade social. E por tomar atitudes, o transformador é capaz de ditar tendências.
  • Explorador (Explorer): Este tipo de consumidor está propenso a consumir novos produtos e adquirir tendências. Justamente por isso, não é fiel a marcas, porém é bem exigente, fato que faz as marcas sonharem em estar bem posicionadas perante os exploradores e transformadores.
  • Vencedor (Succeeder): é o tipo de consumidor que tem confiança em si mesmo, se orienta por metas e é organizado. Não é necessariamente rico – embora possa ser – e possui um espírito empreendedor. Por querer sempre o melhor acaba consumindo produtos Premium, pois se acha merecedor de recompensas. Para se comunicar com este consumidor, a melhor forma é a mídia segmentada, pois gostam de ir direto ao encontro do que procuram.
  • Ambicioso (Aspirer): dentre os perfis, é o mais fácil de ser reconhecido, pois gosta de marcas que prometem prestígio, que apelem para a sensação de recompensa e status; é o que o atrai para produtos de grifes e, caso não possa obter o original, pode optar pela pirataria, diferentemente do vencedor. Ao contrário do transformador, este está sujeito à opinião pública, que o guia mais do que suas próprias opiniões. Por outro lado, é bem parecido com o explorador ao adquirir novidades, por isso, uma simples embalagem pode fazer a diferença.
  • Convencional (Mainstreamer): um dos mais comuns e também de hábitos tradicionais, uma pessoa essencialmente caseira e que coloca a família acima de tudo. Costuma ser fiel a marcas, em boa parte por causa de sua rotina, pois uma vez que denomina o produto como bom, irá comprá-lo sempre.
  •  Resignado (Resigned): procura por segurança, estabilidade e economia, o que faz com seja o último a aderir a novos produtos ou marcas. Um traço que talvez seja marcante é a nostalgia que faz com que admire as marcas que já estão há bastante tempo no mercado e lhe são familiares.
  • Inconformado (Strugglear): este é o consumidor mais peculiar, seu comportamento tende a ser mais depressivo, desorganizado e sem objetivo, colocando-se como vítima de suas próprias situações.  Ao contrário de um ambicioso, esta pessoa não compra com tanta frequência e quando necessário, agindo de forma pragmática, atento ao custo benefício. Porém, quando tem desejo de comprar algo, vai a fundo ou precisa de muita força para resistir.

Isto é apenas um pouquinho do que envolve o comportamento de compra e consumo, na próxima edição você saberá muito mais. Até lá.

Jhony Sato

Bibliografia

ARAÚJO, Ana Gabriela. “Você sabe com quem está falando?”. Revista Marketing. São Paulo: Ed. Referência, mar/ 2008: 22-31.

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Por que fazer um vídeo institucional?

15/07/2010 Comentários fechados

Já se perguntou por que as empresas investem em vídeo institucional?

Há algum tempo, o simples fato de ter um vídeo institucional era um grande diferencial que distanciava as melhores empresas das outras. Hoje, com a ajuda das novas mídias, o diferencial já não é mais possuir, mas saber qual o nível de eficácia do material a ser produzido. O conteúdo, a forma com que será transmitido, a qualidade de imagem e as técnicas aplicadas são estratégicos para o desempenho da mensagem.

Um vídeo institucional é uma modalidade de comunicação empresarial que permite mais do que contar apenas a história da empresa. Trata-se de um espaço em que é permitido vender a empresa, expondo seu target ao conhecimento de informações que só ela pode dizer.

Uma comunicação eficiente deve ser bem elaborada, para ser memorável e conquistar a quem assiste. Por outro lado, esta é uma forma de mostrar o seu diferencial e se posicionar perante o mercado, superando ou, no mínimo, equivalendo-se a seus concorrentes mais diretos.

Os motivos que levam as empresas a optar pelo vídeo institucional estão ligados ao formato adequado para a divulgação de produtos, serviços, estrutura, histórico e os pontos fortes da empresa, além de ser uma forma interativa de impacto, que proporciona absorção de conteúdo significativamente maior do que um conteúdo textual estático. Sua capacidade de envolver o público-alvo, maior velocidade em relação ao número de informações, fácil assimilação e exemplificação da transparência da empresa são alguns fatores relevantes dessa mídia.

Porém, um vídeo institucional ainda tem outra função não-tangível (que não é material), que é a capacidade de criar valor agregado. O vídeo institucional cria atributos que contribuem para aumentar a percepção do seu valor, seja de um produto, serviço ou de qualquer outra assunto. Por exemplo, às vezes vemos um determinado produto de valor menor que, por ter sido utilizado por um famoso, torna-se valorizado.

Em outros termos, um vídeo institucional pode transmitir o Brand Equity da empresa. Isto significa que você poderá apresentar aos seus clientes e interessados a personalidade e os valores da marca. Seja através da identidade visual ou sonora, na forma de comunicação, pelos diferenciais dos seus produtos ou serviços, enfim utilizar-se dos elementos com que a empresa possa se destacar. Para ter uma idéia de como funciona, basta se perguntar: o que você acha de uma empresa como o Google, por exemplo? Parece ser formal ou informal? Para pessoas jovens ou velhas? Clássica ou moderna?

Mais do que isso, um vídeo institucional possui muitos pontos positivos:

Possibilita e facilita a captação de prospects (possíveis consumidores potenciais), que resulta em uma primeira impressão positiva e gera expectativas no consumidor.

Mantém a comunicação junto aos seus clientes e colaboradores, fator fundamental a todas as empresas, contribuindo para o reforço do Share of Mind (lembrança de marca pelos consumidores).

Potencializa o envolvimento do branding (valores das marcas, produtos e/ou serviços percebidos pelos consumidores) da empresa com o público-alvo. Isso significa fazer com que um potencial consumidor perceba a marca com todos os seus valores, identidade, filosofia, aspectos que a qualificam como a única solução para o que ele busca, garantindo a sua exclusividade no segmento.

• O Share of Market, que corresponde à participação de mercado, pode ser elevada. A comunicação audiovisual é uma ação que permite repassar a credibilidade da empresa, a segurança que ela fornece. Isso colabora para o processo de construção de marca e confiança do consumidor, que permite atribuir maior valor ao seu produto.

Hoje, com a evolução da publicidade na internet e toda a interação existente, o vídeo institucional deixa de ser um diferencial e se torna um must para a comunicação da empresa. O diferencial é um vídeo institucional de qualidade e eficaz ao seu público alvo.

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YouTube Play – Bienal do vídeo criativo Guggenheim

14/07/2010 Comentários fechados

Ao abrir hoje o YouTube me deparei com um banner enorme apresentando esse novo evento, o YouTube Play. O YouTube Play é uma parceria do YouTube com o museu Guggenheim (não é Google em Alemão), localizado em Nova York. Obviamente, como a maioria dos eventos “culturais”, também contamos com o “suporte” de duas grandes marcas.

Esse evento consiste em criar uma interação dos usuários do YouTube com o museu Guggenheim. Como funciona? Você pode cadastrar o seu vídeo, que seja muito criativo diga-se de passagem, que eles irão selecionar de 20 a 25 vídeos que serão exibidos no museu Guggenheim e simultaneamente em Berlim, Bilbao e Veneza.

Caso você esteja nessa área, é uma ótima, belíssima, ultrasuperhipermega oportunidade para se divulgar. Qualquer técnica é válida, principalmente trabalhos experimentais.

Para maiores informações acesse: http://www.youtube.com/user/playbiennial

Na página você encontra ainda dois vídeos de divulgação do evento. Particularmente adorei a animação do YouTube Play, foi muito bem produzida. E como sou fã de stop motion, não posso deixar de comentar o vídeo de Makinf Of com Rick Martin. Se tiver um tempinho assista. Os caras são feras.

Bom, de qualquer forma, as inscrições se encerram em 31 de julho de 2010.

Bom proveito!

Fernando Vitolo

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